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Research Assistant positions funded under the Carnegie Mellon – Portugal partnership

Abril 17, 2009

WeSP: Web Security and Privacy

Weaving together technology innovation with human and policy considerations

Applications are invited for 5 research assistant positions funded under
the Carnegie Mellon – Portugal partnership
(http://www.cmu.edu/portugal), on the topic of Web Security and
Privacy. These posts are part of a multidisciplinary research program
involving multiple departments at Carnegie Mellon University, Lab:USE at
the University of Madeira, the Information Systems Department at the
*University of Minho*, Instituto Superior Técnico at the Technical
University of Lisbon, and Portugal Telecom. The posts are based in
Portugal, will be co-supervised by Carnegie Mellon faculty, and will
involve annual visits to Carnegie Mellon. The ideal candidates will have
a good first degree or MSc in a relevant subject. Successful candidates
may opt to apply for a PhD degree in Portugal, or a joint PhD degree
with Carnegie Mellon University.

The position at University of Minho

Post WSP4: Trustworthy services – University of Minho

For the University of Minho., we seek one candidate with a strong
background in either computer science, mathematics, or human computer
interaction. The successful candidate will develop and evaluate
mechanisms and design principles aimed at empowering users to more
effectively decide whether or not they can trust different types of
mobile and pervasive computing. In collaboration with the rest of the
project, this work will develop appropriate policies and trust
mechanisms for situated social networking services, particularly those
using Bluetooth. Examples of such services include a location-based
friend finder, public displays that accept messages from nearby people,
and situated games. Ideal candidates will have strong oral and written
communication skills in English, the ability to work independently as
well as a team member and the ability to take initiative and be
proactive. We welcome applicants with experience in design and
development for online or mobile platforms, and an interest in trust and
pervasive and ubiquitous computing

Applications will be handled centrally, but for any enquiries referring
to this specific position at University of Minho, please contact *Rui
José (rui@dsi.uminho.pt).*

Applications

The closing date for receipts of applications is June 1st 2009, and we
anticipate that interviews will be held in early June. Applications
should be made as soon as possible, via email. Applicants should submit
a cover letter clearly indicating the position(s) for which they wish to
apply, a full CV, and contact details for three referees to Vassilis
Kostakos (vassilis@cmu.edu). The posts will start ideally on July 1st
2009 (or as soon as possible thereafter) by arrangement with the
successful candidate. The value of each award is 11760 Euros per annum
(tax exempt) for three years.

http://www.labuse.org/wesp/jobs.html

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CHI 2009

Abril 17, 2009

A CHI (Computer Human Interaction) é a principal conferência mundial na área da Interacção Humano Computador. A CHI 2009 (www.chi2009.org), com cerca de 2000 participantes, 1922 submissões em 17 categorias revistas por cerca de 2100 revisores, e 6 dias de duração, foi também um evento gigantesco, com direito à presença do CEO da ACM na cerimónia de abertura e alimentado por uma comunidade consolidada mas também muito variada, que combina informáticos, psicólogos, sociólogos, designers e artistas. No meio desta variedade há naturalmente lugar para apresentações muito diversas que vão desde os artigos convencionais até às sessões alt.chi onde se mostram algumas ideias … alternativas. Pelo meio há Notes (versões curtas de paper mas com o mesmo nível de archiving), posters de trabalhos em curso, competições de estudantes, filmes, demos e design vignette demos.
Para um informático como eu, uma ida à CHI é um passo importante na aceitação da ideia de que o desenvolvimento das tecnologias de informação não pode ficar apenas nas mãos dos informáticos e que as contribuições da sociologia, psicologia, etnografia, design, entre outras, são cada vez mais um elemento fundamental no futuro da informática. Aceitar esta ideia, e sobretudo levar as suas implicações a sério, faz parte de um percurso que nem sempre é fácil para quem produz a tecnologia, mas que depois de percorrido parece óbvio e inevitável. Foi por isso com grande expectativa que pela primeira vez participei nesta conferência, que seria para mim o culminar desse percurso, uma espécie de cerimónia iniciática depois da qual as últimas barreiras que me separam dessa comunidade desapareceriam para sempre.
Pois bem. Na realidade não foi bem isso que aconteceu. A conferência foi óptima pela grande variedade de experiências, pelas muitas pessoas com quem tive oportunidade de conversar e pelo maior conhecimento que agora tenho dessa comunidade. Mas mais do que um momento de aproximação, este foi um momento de distanciamento, um momento de reconhecimento de que a fronteira existe e o importante não é tentar remove-la. O importante é tentar garantir que de ambos os lados existem as competências adequadas para produzir tecnologia inovadora.
A conferência CHI desiludiu-me um pouco por ter poucas apresentações a falar realmente de criar tecnologia. A conferência é altamente competitiva, e os artigos apresentados descrevem estudos muito bem preparados, realizados normalmente com grande cuidado de rigor científico. O artigo típico da CHI estuda alguns factores de utilização da tecnologia, esforçando-se ao máximo para justificar as suas opções metodológicas e concluindo no final que contribuíram para o conhecimento sobre como essa tecnologia é usada. Contudo, ao assistir às apresentações fiquei muitas vezes com a ideia que a capacidade desses estudos para informar os processos de desenvolvimento de novas tecnologias ficava muito aquém daquilo que seria de esperar. Como informático que quer criar tecnologia, pareceu-me que a contribuição real que muitos desses artigos trazem para o desenvolvimento de tecnologia é de facto muito mais reduzido do que o que eu gostaria. Foi nesse sentido que fiquei um pouco desiludido com a conferência mas ao mesmo satisfeito por perceber que o lado da tecnologia não está a perder importância.
A CHI é seguramente uma grande montra para tecnologia bem desenvolvida, por isso para o ano vamos ver se estamos lá novamente para mostrar como se faz.

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Oportunidades de investigação em computação ubíqua no âmbito do programa ERASMUS MUNDUS projecto ISAC – Improving Skills Across Continent

Novembro 7, 2008

No âmbito do programa comunitário ERASMUS MUNDUS External Cooperation Window – lote geográfico Brasil, a Universidade do Minho participa num projecto intitulado ISAC – Improving Skills Across Continents que foi recentemente aprovado para financiamento pela Comissão Europeia. Este projecto envolve várias universidades europeias e brasileiras e visa a atribuição de bolsas de mobilidade a estudantes de graduação, de doutoramento e de pós-doutoramento e a docentes do Brasil que pretendem estudar/investigar e leccionar na Europa no âmbito de 3 áreas temáticas: Educação e Formação de Professores, Ciências Sociais, e Engenharia/Tecnologia, com maior enfoque precisamente nesta última. O site do projecto é http://www.uc.pt/isac

Ao abrigo deste projecto ISAC o grupo Ubicomp@UMinho (Mobile and Ubiquitous Systems group at University of Minho) anuncia a sua disponibilidade para receber alunos interessados em desenvolver investigação nas áreas de computação ubíqua, Pervasive computing ou Ambient Intelligence. O grupo tem neste momento em curso 3 grande programas de investigação dedicados aos seguintes temas: Situated Displays, Systems Software for Ambient Intelligence e Urban Computing.

Os interessados em explorar modalidades de colaboração ao abrigo das vagas disponíveis para a Universidade do Minho no programa ISAC poderão enviar a sua manifestação de interesse com o CV e uma indicação dos temas de investigação para Helena Rodrigues (helena at dsi.uminho.pt).

Para mais informações sobre o grupo ubicomp@UMinho sugere-se a consulta do site ubicomp.algoritmi.uminho.pt.

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Participação na ECCE 2008

Outubro 30, 2008

Realizou-se em Setembro no Funchal, Madeira, mais uma European Conference on Cognitive Ergonomics desta vez sob o título:“Ergonomics for Cool Interaction”. O tema pretendia de alguma forma promover a reflexão sobre o significado da emergência do termo “experiência do utilizador” e recentes (?) percepções sobre a necessidade (ou não) de ter em conta aspectos lúdicos e estéticos no desenvolvimento de artefactos computacionais. No fundo tentava-se contrapôr a investigação e prática nos campos atrás referidos com as perspectivas mais tradicionais relacionadas com o termo de usabilidade.

Dois oradores convidados apresentaram comunicações bastante interessantes. Norbert Streitz (http://www.ipsi.fraunhofer.de/~streitz), começou por esboçar um sumário histórico da área da Ergonomia Cognitiva, a sua influência no design e desenvolvimento de sistemas computacionais e contributos conceptuais e teóricos na sua própria evolução como investigador. A comunicação prosseguiu com a sua visão sobre os desafios que a computação ubíqua enfrenta e irá enfrentar, sob uma perspectiva Humana. Isto é, não centrada na tecnologia per se mas sim nas diferentes formas que a tecnologia pode alterar forma como as pessoas interagem umas com as outras e com o ambiente – “Smart places make people smarter”…

Houve no entanto um ponto que deverá suscitar alguma surpresa (e apreensão?), Streitz considerou que a proliferação de sistemas ubíquos deverá, tendencialmente, tornar a privacidade como um produto transacionável.

Por seu turno, Austin Henderson (http://www.pliant.org/personal/Austin_Henderson/), o outro orador convidado, apresentou uma comunicação em que realçou de forma muito elegante e expressiva as dificuldades que enfrentamos quando pretendemos desenvolver sistemas e correspondentes interfaces para contextos abertos, em que as possibilidades de uso ultrapassam muitas vezes os cenários inicialmente considerados pelos designers. O ponto chave é então considerar como essencial o design de aplicações que permitam não só suportar as circunstâncias particulares que de início são consideradas mas também facilitar a apropriação pelos utilizadores dessas ferramentas. No fundo, é este processo de apropriação que permite que a ferramenta seja realmente integrada nas práticas sociais em que está embebida.

Em relação à nossa participação neste evento, o Nuno Otero apresentou uma comunicação intitulada “Video Prototyping in Human-Robot Interaction: Results from a Qualitative Study” (em co-autoria com Dag Syrdal e Kerstin Dautenhahn). A comunicação frisou a necessidade de considerar as especificidades do desenvolvimento de sistemas robóticos, e os desafios que tal pôe quando se assume uma visão de desenvolvimento centrada no utilizador. Mais concretamente, que papel e como devemos ver o processo de prototipagem no design de interacções entre pessoas e robots? Adicionalmente, e focando o tema da conferência, os autores propuseram uma metodologia específica para lidar com a necessidade de “construir” protótipos e avaliá-los em relação à experiência do utilizador.

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UCAmI ’08

Outubro 28, 2008

Decorreu na semana passada, em Salamanca, Espanha, a UCAmI – 3rd Symposium of Ubiquitous Computing and Ambient Intelligence. Este é um workshop anual que desde 2005 vem juntando pessoas que trabalham na área de Smart Rooms, Intelligent Environments e naquilo que mais recentemente se designa por Ambience Intelligence. Em simultâneo, no mesmo local, decorreram ainda outros três workshops.

O grande destaque da participação na UCAmI vai para o keynote speaker! O Rui José foi um dos keynotes convidados pela organização para, em cerca de 50 minutos, dar a sua visão na área do workshop.

Keynote

Keynote

A sua apresentação tinha como título “Ubicomp 2.0: From envisioning a future to being part of a new reality” e apresentou um conjunto de reflexões muito interessantes sobre investigação científica, levando os presentes a reflectir sobre porque motivo muitas das visões sobre o futuro acabaram por não se realizar. Deixou à assistência a sua visão sobre o caminho a percorrer de forma a obter-se sucesso na área do ubicomp, numa altura em que esta é uma área que já tem 10 a 15 anos de reconhecida existência e que começa a ser uma realidade cada vez mais popular.

O grupo ubicomp@Uminho esteve presente com um total de 5 pessoas. Para além do keynote, o nosso grupo esteve ainda presente com uma apresentação.

O Franciso durante a sua apresentação.

O Franciso durante a sua apresentação.

O Francisco Bernardo, aluno de mestrado, apresentou o trabalho que desenvolveu sobre uma técnica de interacção situada com displays públicos através de Bluetooth, denominada de Bluetooth Extended Naming (BEN). Consiste na utilização de comandos simples, com sintaxe e semântica específicas, no Bluetooth Device Name de dispositivos móveis pessoais. Este comandos são suportados por serviços que se executem nos displays, e fazem disparar comportamentos específicos.

Após três edições em Espanha, no próximo ano, a UCAmI deverá crescer e assumir-se como uma workshop/conferência ibérica. Assim, a edição de 2009 está prevista para Coimbra.

Por fim fica aqui uma referência à cidade de Salamanca que possui uma das mais antigas universidades da Europa. O seu centro histórico apresenta um conjunto de edifícios que cativam os visitantes, onde se destacam a sua majestosa Catedral e a Plaza Mayor. No primeiro dia caíram alguns chuviscos, as noites eram frias mas nos últimos dois dias o sol brilhou permitindo uma agradável estadia. As fotografias tiradas pelo Francisco ao longo destes dias estão aqui.

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Interacção 2008

Outubro 20, 2008

De regresso da Interacção 2008 em Évora!

As conferências Interacção realizem-se de dois em dois anos e têm sido um ponto de encontro da comunidade HCI em Portugal. Na verdade esta é uma comunidade muito diversa que abrange pessoas que trabalham em áreas como a usabilidade, a computação gráfica, a arte digital, ou a modelação de interfaces.

Este ano a conferência teve dois keynote speakers. Infelizmente perdemos a apresentação do Professor Golan Levin, da Carnegie Mellon University. Digo infelizmente porque todas as pessoas com quem falei me disseram maravilhas dessa palestra. A outra palestra foi pelo Professor António Câmara, da Universidade Nova de Lisboa e da Ydreams. A sua apresentação descreveu diversos sistemas que tiram proveito daquilo que ele designa de interfaces de 3 metros. Nada de muito novo neste aspecto, uma vez que essa é talvez a faceta mais conhecida da YDreams. Houve no entanto um outro aspecto interessante dessa apresentação e que foi a referência a superfícies reactivas que permitam embeber comportamento em tecidos, papeis, mobílias ou paredes. A YDreams tem vindo a colaborar com equipas multi-disciplinares na Universidade Nova de Lisboa e parece estar fortemente apostada em investir nessa área no sentido de desenvolver essas tecnologias e transformá-las em produtos.

Quanto ao nosso grupo esteve presente com duas apresentações. O Sérgio Oliveira, que recentemente terminou o seu Mestrado em Sistemas Móveis, esteve a apresentar os resultados da sua dissertação sobre a adopção de códigos visuais 2D. O potencial destes códigos como links entre o mundo físico e serviços digitais é enorme e sem dúvida que no futuro breve eles estarão em todo lado. Isso já sucede no Japão por exemplo, mas por cá e por enquanto há ainda muitas barreiras. Essas barreiras poderão começar a ser rapidamente ultrapassadas se os fabricantes apostarem na normalização e na disponibilização de raiz de leitores de códigos, mas por enquanto ainda é difícil conseguir isso.

O Nuno Otero apresentou alguns dos resultados do sistema instant places e em particular do protótipo que esteve em funcionamento durante cerca de 3 meses no bar da Escola de Engenharia em Azurém. A colocação desse sistema num ambiente real em que qualquer pessoa podia utilizar foi muito interessante do ponto de vista de análise de emergência de novas práticas sociais associadas à tecnologia.

Estas conferências nacionais são sempre conferências relativamente pequenas em que quase toda a gente se conhece e aproveita para coordenar algumas actividades que têm em conjunto. Exemplo disso foi a reunião do Grupo Português de Computação Gráfica. Dessa reunião saiu uma nova Direcção do grupo, que será agora dirigido pelo nosso colega Adérito Marcos.

A próxima Interacção está prevista 2010, estando por confirmar a realização em Aveiro.

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Festival Future Places

Setembro 16, 2008

O grupo ubicomp vai estar presente no festival Future Places que irá decorrer no Porto de 7 a 19 de Outubro no âmbito do programa UT Austin|Portugal. O festival tem como tema “Digital Media and Local Cultures” e o nosso grupo vai apresentar o trabalho “Instant Places: Emerging social spaces from Bluetooth presence and naming”. Este trabalho é uma variante do projecto de investigação instant places e a participação neste festival visa também proporcionar mais uma experiência real de utilização do sistema. Por ser um contexto diferente dos anteriores, esperamos que os dados de utilização que vamos recolher possam contribuir para uma maior compreensão das possibilidades de interacção situada suportadas pelo sistema. Vamos também aproveitar para experimentar algumas novas funcionalidades como o suporte para vídeos do youtube e a existência de identidades persistentes.

Projecto Instant Places : http://ubicomp.algoritmi.uminho.pt/instantplaces/

Festival Future Places: http://futureplaces.org

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Provas de Doutoramento do Helder Pinto

Setembro 11, 2008

O Hélder Pinto concluiu na semana passada o seu Doutoramento ao ser aprovado nas provas que tiverem lugar em Guimarães. O seu trabalho de investigação explorou de que forma um sistema de computação ubíqua pode ser mais eficaz para os seus utilizadores se o seu desenvolvimento for centrado no conceito de actividade. Em particular, o Doutoramento estudou de que forma a teoria da actividade pode ser útil na criação de sistemas vocacionados para o apoio a visitantes ocasionais de espaços públicos. Seguindo essa abordagem, uma pessoa ao visitar um espaço pode efectuar um conjunto de interacções aparentemente separadas mas que na verdade estão enquadradas na actividade dessa pessoa.

O Hélder Pinto foi um membro deste grupo de investigação durante vários anos e teve um papel importante na sua evolução. Naturalmente que como grupo lamentamos a saída, mas é evidente que ficamos satisfeitos, não só pelos resultados alcançados enquanto cá esteve, mas também por saber que o Hélder tem já pela frente novos desafios ligados à inovação em ambiente empresarial.

O título da sua tese é “Plataforma de computação ubíqua baseada em actividade, para suporte a actividades humanas ocasionais em espaços públicos” e mais informação sobre este trabalho pode ser encontrada em http://ubicomp.algoritmi.uminho.pt/activitySpot/.

Helder Pinto

Felicidades para o Hélder!

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Computação o quê? Ubíqua?

Setembro 8, 2008

Sim é mesmo isso! O nosso grupo de investigação tem por missão desenvolver investigação na área da Computação Ubíqua. Esta é uma área emergente da informática que essencialmente explora como é que os computadores podem deixar de ser umas caixas em cima da secretária para passarem a ser uma parte integrante dos espaços em que vivemos e das mais variadas tarefas do nosso dia-a-dia. Embora sendo uma área de forte tecnologia, a computação ubíqua implica também um diálogo muito forte com a sociedade, pois trata-se de desenvolver tecnologia com um impacto directo nas nossas vidas, na forma como socializamos, fazemos compras, nos deslocamos ou somos atendidos num Hospital.
Este blog resulta por isso da vontade do nosso grupo em estimular o diálogo com a sociedade, e em particular sobre a adopção das tecnologias de computação ubíqua em situações do quotidiano. Por um lado pretendemos dar a perceber melhor o que é a computação ubíqua, divulgando um pouco mais das nossa actividade de investigação nesta área. Por outro lado, pretendemos também estimular comentários, sugestões e oportunidades de colaboração que nos permite perceber um pouco melhor como é as imensas oportunidades tecnológicas são vistas pelas pessoas. Esperamos com isso conseguir uma maior “domesticação” das tecnologias de computação ubíqua e por essa via tecnologias mais capazes de serem geradoras de valor.

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